Projeto Político Pedagógico

Cria e desenvolve produtos para a indústria da moda. Analisa e aplica fatores estéticos, simbólicos, ergonômicos, socioculturais e produtivos. Realiza pesquisa de moda. Planeja, gerencia e articula coleções de moda com processos de fabricação, matérias-primas e viabilidade técnica e sustentável. Elabora protótipos, modelos, croquis, fichas técnicas e portfólios com uso de técnicas diferenciadas de expressão gráfica. Avalia e emite parecer técnico em sua área de formação.

Ateliês e Confecções. Bureaus de Pesquisa e Criação em Moda. Escritórios de Design. Indústrias de Moda. Instituições de Ensino, mediante formação requerida pela legislação vigente.

1 Pesquisar tendências de comportamento, formas, cores, textura e acabamentos.

2 Pesquisar e propor estilos em moda.

3 Desenvolver produtos de moda, aplicando visão histórica, sociológica e prospectiva.

4 Elaborar portfólios e dossiês de coleção.

5 Representar graficamente as criações.

6 Elaborar protótipos e modelos.

7 Analisar a viabilidade técnica e qualitativa de projetos.

8 Considerar as questões ambientais pertinentes a essa área de produção.

9 Desenvolver pesquisas de caráter científico-tecnológico e produções textuais e acadêmicas.

10 Gerenciar empresas e marcas de moda.

As metodologias definidas para desenvolver as atividades do Curso Superior de Tecnologia em Design de Moda devem comprometer-se com a interdisciplinaridade1 e com a formação integral do cidadão, bem como com a articulação entre ensino, pesquisa e extensão. Ademais, conforme o PDI 2020-2024, “é necessário que as metodologias de sala de aula trabalhem com a diversidade, considerando as diferenças sociais, linguísticas e culturais dos alunos” (IFSC, 2020, p. 67).
Essas metodologias serão implementadas a partir de estratégias de ensino e aprendizagem onde no início de cada unidade curricular, os docentes deverão explicitar, em plano de ensino, quais estratégias se farão presentes durante o semestre vigente. As principais estratégias a serem usadas em cada unidade, são as que seguem: (AE) Aula Expositiva; (AED) Aula Expositiva Dialogada; (EXE) Aula de Exercícios; 

(DIN) Dinâmicas (EDI) Estudo Dirigido; (DIS) Discussão em Grupo; (TI) Trabalho Individual; (TG) Trabalho em Grupo; (LAB) Aula em Laboratório; (PES) Pesquisa; (SEM) Seminário; (VIS) Visita Técnica; entre outras.
O curso terá 183 horas em EAD, assim os docentes que atuarem na oferta das unidades curriculares à distância, e que também irão desempenhar o papel de tutor, receberão capacitação oferecida pela equipe do CERFEAD (Centro de Referência em Formação e Educação à Distância), que auxiliará também no processo de produção/adequação e oferta da unidade curricular, conforme Resolução CEPE/IFSC nº 72 de 22 de outubro de 2020.
Cabe ressaltar que, especialmente por se tratar de um Curso Superior de Tecnologia, é de fundamental importância que as estratégias de ensino e aprendizagem implementadas permitam estabelecer relações entre os diversos conteúdos do curso e sua aplicação prática.

 

Telefone: (48) 33115079

Conforme o PPI, “avaliar é sempre uma reflexão e implica tomar decisões sobre aspectos da realidade” (IFSC, 2020, p. 66). Além disso, o documento deixa claro que a avaliação possibilita diagnosticar potencialidades e limitações no processo de ensino e aprendizagem, o que pode contribuir para que tanto o/a professor/a quanto o/a estudante reflitam sobre os caminhos percorridos e a percorrer visando à construção de conhecimentos.
Cumpre destacar que o PPI ratifica a proposição de Haydt (2008) de que há três modalidades de avaliação: diagnóstica, formativa e somativa. O objetivo da avaliação diagnóstica é realizar o levantamento dos conhecimentos prévios dos/as estudantes. Essa modalidade de avaliação costuma ser realizada antes de iniciar o processo de ensino e aprendizagem de um novo conteúdo. A avaliação formativa visa o acompanhamento de todo o processo de ensino e aprendizagem. Ela busca verificar se os/as estudantes estão atingindo os objetivos planejados para a sua formação e, de acordo com o PPI (IFSC, 2020), é considerada uma das mais importantes. A avaliação somativa tem por objetivo avaliar o resultado da aprendizagem do/a aluno/a ao término de um determinado período de estudos.
Ademais, o PDI destaca que “a avaliação não deve ser um instrumento de classificação, seleção e exclusão social, mas de construção coletiva dos sujeitos e de uma escola de qualidade” (IFSC, 2020, p. 67). Portanto, ela não pode ser um processo unilateral, mas dialógico. Por isso, deve ser realizada mediante critérios explícitos compartilhados com os/as estudantes, uma vez que o que é objeto de avaliação representa uma referência importante para quem é avaliado.
Além de considerar o que está disposto no PDI sobre a avaliação, levar-se-á em conta as orientações expressas no Regulamento Didático-Pedagógico (IFSC, 2018) no processo avaliativo da aprendizagem dos/as estudantes. Dentre elas, a necessidade de diversificar as estratégias avaliativas e estimular, por meio delas, a pesquisa, a reflexão, a iniciativa, a criatividade, a laboralidade e a cidadania. São exemplos de estratégias: provas, observação dos/as estudantes, trabalhos de pesquisa, realização de eventos, atividades práticas, seminários, desenvolvimento de projetos, fichas de leitura, relatórios, resolução de exercícios, construção de portfólio, produção textual, autoavaliação, entrevistas, entre outras.
Os critérios de aprovação adotados pelo curso deverão estar de acordo com a normativa vigente. Vale lembrar que, independentemente dos resultados obtidos, todos os/as estudantes terão direito a estudos de recuperação. Esse processo deverá acontecer ao longo do semestre, de maneira concomitante ao ensino, e compreenderá novas atividades pedagógicas que visem promover a aprendizagem.
Ao final de cada semestre, serão realizadas reuniões do Conselho de Classe com o objetivo de 

deliberar sobre os processos avaliativos, levando em consideração o desenvolvimento de cada aluno/a. Caberá ao conselho analisar e definir estratégias voltadas à permanência e êxito dos/as estudantes.
Para as unidades curriculares a distâncias, conforme o Decreto nº 9.057, de 25 de maio de 2017, devem ser realizadas avaliações presenciais. Assim, para a realização dessas, será utilizada a infraestrutura do IFSC - Câmpus Araranguá, por meio de procedimentos como provas objetivas e dissertativas, exposição de trabalhos, seminários, estudos de casos, apresentação de relatórios técnicos, realização de oficinas em laboratórios da área e outros. Além das avaliações presenciais podem ser planejadas atividades avaliativas no AVEA, utilizando instrumentos disponíveis como fóruns, glossário, trabalhos grupos, mapas conceituais, portfólio, simuladores, produção de vídeo, questionários (dissertativos e objetivos) e outros. A data, local específico das avaliações (presenciais e no AVEA) serão previstos e apresentados pelo/a professor/a no início da oferta da unidade curricular, assim como os instrumentos e critérios planejados.

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